O Book Club Manolita nasceu de uma inspiração e de um compromisso em disseminar a leitura — um hábito e uma ideia herdados de uma marca muito amiga e querida, a Daslan.
Mais do que encontros em torno dos livros, acreditamos na leitura como uma forma de manter a mente aberta, curiosa, inspirada e em constante evolução. E, quando compartilhada, ela também cria encontros, conversas e novas experiências.
Por isso, criamos o nosso Manolita Tips, uma seleção dos livros dos nossos últimos encontros, indicados por nós com muito carinho.
Uma leitura delicada e forte sobre perdas, afetos, memórias e tudo aquilo que permanece mesmo depois da ausência. Uma narrativa sensível e particular, para ler sem pressa e deixar reverberar.
Uma história sobre relações, amor, desejo e escolhas. Intensa e envolvente, provoca reflexões sobre encontros, desencontros e aquilo que carregamos uns dos outros.
Uma história sobre família, memória e afetos. Ao percorrer gerações, o autor transforma pequenos acontecimentos em grandes lembranças e fala sobre os laços que atravessam uma vida.
Com humor e sensibilidade, uma história sobre mulheres, desejos, escolhas e tudo aquilo que pode existir por trás de uma vida aparentemente comum.
Em Terra de casas vazias, André de Leones entrelaça histórias de personagens marcados pela solidão, pela perda e pela transitoriedade. Com uma escrita ágil e lírica, o romance transforma tragédias cotidianas em uma reflexão sobre o desaparecimento e as possibilidades de reencantamento.
De maneira objetiva, singular e simples, João Braga engloba neste livro fatos relevantes e representativos no processo de construção da identidade comportamental, conceitual e estética dos seres humanos. Fatos que ocorreram anualmente entre os anos 1901 e 2000 não só na moda de roupas propriamente dita, mas também nos aspectos relacionados a essa indústria como um todo, incluindo calçados, joias, acessórios, penteados, maquiagens e diálogos da moda com a arte pelo mundo e pelo Brasil. 
Luiz Zerbini: Sábados, domingos e feriados reúne pinturas feitas pelo artista ao longo da última década em viagens e momentos de lazer. Nessas obras feitas fora do ateliê, em pequenas telas que cabem nas malas de viagem, e sem retoques posteriores, lagoas, rios, vegetação, rochas e animais se apresentam recriando vestígios da transformação diária da natureza e da atividade humana. O livro é organizado pelo crítico e professor de história da arte Tiago Mesquita, que assina um ensaio para a edição, no qual analisa as “pinturinhas” de Zerbini no contexto de sua obra e da tradição de pintura de paisagem. Para Mesquita, essas pinturas “leves, multicoloridas e graciosas”, mas que não idealizam a paisagem, encontram “maneiras de pôr as coisas reunidas umas com as outras — abusar de seus contrastes e apostar no que resta. Têm algo de um desejo pacífico de convergência.”
Seis livros, seis universos e muitas conversas que continuam para além dos nossos encontros.
Porque, para nós, ler também é uma forma de criar.
Com amor,
Manolita.